“DO TÚNEL AO PARQUE” NO JB EM FOLHAS E HISTÓRIAS

O segundo programa da série JB em Folhas e Histórias, que destaca o trecho do bairro do Jardim Botânico compreendido entre o túnel Rebouças e o Parque Lage, entra no ar nesta quinta-feira, dia 13/5, a partir das 19h, no canal do JB em Folhas no YouTube. Integram este episódio as melhores partes da live realizada em 4 de março, com o advogado Gustavo Marins, a designer de biojoias Maria Oiticica e o poeta e artista visual Xico Chaves, além de depoimentos de Candida Diaz (intérprete e tradutora aposentada), Jorge de Souza (garçom do Bar Rebouças), Maria Dias Wery e Valéria Colela (ambas produtoras culturais).

No sentido horário, Candida, Jorginho, Maria e Valéria

A vizinhança criativa e amigável faz parte das lembranças de todos, assim como o Cristo Redentor, onipresente no dia a dia de quem mora na região. Riomaníaco, Gustavo Martins contou curiosidades sobre a história das ruas e atribui a Dom João VI um papel de relevância muito além da criação do Horto Real, mas como peça fundamental no surgimento do próprio bairro. As recordações de Maria passaram pelo tempo em que foi vizinha da redação do Pasquim e da cantora Joyce Moreno, sem falar da casa de Helio Oiticica, que antes de abrigar a reserva técnica do artista era famosa por suas festas, inclusive a do primeiro casamento dela, com o primo de Helio. O vizinho Xico Chaves confirmou a vocação desta parte do bairro como um polo de convergência artística, sob influência direta da natureza e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, que ajudou a criar.

No comércio, os destaques foram as saudosas lojas Ondinha e Bom Desenho, além da feira da Frei Leandro, da Lavanderia Santa Helena, da Panificação Lagoa e do Bar Rebouças, que tem como trunfo o famoso Jorginho, sempre simpático e eficiente.

Na próxima quinta-feira, dia 20/5, estreia “O Horto Real”, último episódio da série, com depoimentos de antigos moradores da região e os melhores momentos da live realizada no dia 11 de março. O projeto JB em Folhas e Histórias foi possível graças ao prêmio Ações Locais, da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, com recursos da Lei Federal Aldir Blanc.

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