ÁLBUM CELEBRA OS 75 ANOS DE ALDIR BLANC

Pouco mais de um ano depois da morte do compositor, vítima de Covid-19 em 2020, a gravadora Biscoito Fino lança “Aldir Blanc Inéditas”. O álbum reúne 12 canções inéditas de Aldir, gravadas por grandes nomes da música brasileira, amigos e admiradores, como Chico Buarque, que gravou “Voo cego” (parceria de Aldir com Leandro Braga), e Maria Bethânia, que escolheu “Palácio de Lágrimas” (Aldir e Moacyr Luz). Entre os convidados, não poderia faltar o parceiro antigo e fiel João Bosco (foto de Arthur Rangel), morador da Gávea, que pinçou “Agora eu Sou Diretoria”, do repertório da dupla. Outros artistas do eixo Gávea-JB-Humaitá que marcam presença no projeto são Leila Pinheiro, que mora no JB e aparece ao lado de Guinga, na parceria deste com Aldir “Navio negreiro”; e Joyce Moreno, do Humaitá, que apesar de ter convivido por décadas com Aldir, nunca tinha composto com ele, e escolheu musicar “Aqui, Daqui”, poema dele publicado em 1986, no jornal Tribuna da Imprensa. O toque inusitado fica por conta do dublê de músico-ator Alexandre Nero, que assina “Virulência” com Aldir e Antônio Saraiva, este último também morador do JB.

O álbum tem arranjos de Cristóvão Bastos e produção musical de Jorge Helder. Gravado de julho a agosto deste ano, o projeto já está disponível nas plataformas de música e, a partir de outubro, também em CD.

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