PRAÇAS DA REGIÃO PRECISAM DE MANUTENÇÃO

O mês de julho está chegando ao fim, com dias frescos e ensolarados, perfeitos para uma boa brincadeira na praça. A vizinhança é bem servida nesses espaços públicos. Um bom exemplo foi dado pela construtora Mozak, que reformou brinquedos e cercas da Praça dos Jacarandás. Outro exemplo de praça bem conservada é a Dag Hammarskjöld (foto acima), mantida graças a ação da Associação dos moradores do Alto JB. O JB em Folhas percorreu a região e levantou que outros logradouros estão precisando de atenção.

No Jardim Botânico, duas praças estão em processo de renovação de adoção pela AMAJB: a Pio XI e a Sagrada Família. O atual presidente da associação, Heitor Wegmann, disse estar levantando os problemas e buscando soluções, mas já adiantou que os brinquedos devem passar por manutenção: “Nesta época do ano, é grande a queda de folhas de amendoeiras. As praças são varridas de manhã e, à tarde, já estão cheias de folhas. Para resolver esse problema, o estacionamento será proibido neste sábado, no entorno da praça Almirante Custódio de Melo, conhecida como a pracinha do Tablado, para que as equipes de Conservação e da Comlurb possam trabalhar na limpeza dos bueiros”, avisa.

Frequentadores dessas duas pracinhas, porém, apontam outros problemas: a do Tablado está com o portão solto; na Pio XI, com a diminuição do número de garis na pandemia, a limpeza tem acontecido apenas duas ou três vezes por semana. Mas a maior queixa dos moradores dali são os canteiros, em péssimo estado:

– A Pio XI está muito abandonada e já tem tempo.  Os canteiros precisam de reparos há anos e a cada dia a situação fica pior, com as grades soltas e vergalhões aparentes.  Um perigo para todos! Já reclamei várias vezes, mas ninguém me ouve, até a hora que acontecer um acidente – afirma Célio Rodrigues, morador e porteiro do edifício 70.

A moradora Lygia Perlingeiro pensa parecido com ele: “Acho a pracinha muito mal aproveitada e suja. Os canteiros estão arrebentados e com as grades soltas. Planta-se qualquer sobra de muda que tenha em casa. Não tem conceito paisagístico nenhum e está super-perigosa com as grades soltas. Convivo há quase 40 anos com o lugar e lamento o descaso e a falta de planejamento.”

A praça Ricardo Palma, próxima ao acesso do túnel Rebouças, está entre as que apresentam um bom estado de conservação, com área para cães, crianças, aparelhos de ginástica para adultos e pessoas da terceira idade. Já a General Álcio Souto, na Fonte da Saudade, está precisando de pintura e manutenção dos brinquedos infantis. A última revitalização do espaço data de 2016.

O Largo dos Leões conta com os cuidados do aposentado Flávio Carlos Barbosa, que adotou oficialmente o lugar e revitalizou, com recursos próprios e sozinho, os canteiros, bancos e brinquedos. O morador plantou pés de jambo e seriguela e fez uma escultura de seu cachorrinho e casinhas de madeira para pássaros, instaladas no local.

Já a praça Santos Dumont é adotada pela AMAGávea, que até pouco tempo contava com a ajuda do quiosque Arte Flores na manutenção das plantas. Como o espaço é amplo e os recursos, reduzidos, nem sempre é possível manter tudo em ordem. As mesas de “futmesa” e de ping-pong, instaladas no meio do ano passado, sofrem com o vandalismo e algumas grades estão tortas. O problema maior, segundo René Hasenclever, presidente da associação de moradores da Gávea, é o mau uso que a população faz do espaço e de seus equipamentos, sendo comum a depredação de brinquedos e dos jardins.

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