Às vésperas da Conferência do Clima das Nações Unidas (COP30), na Amazônia, a primeira plataforma global de conteúdo cultural sobre a região, a SOMMOS AMAZÔNIA, surge como uma opção necessária para conhecer melhor as vozes do território. Com um catálogo, que é regularmente ampliado, a plataforma conta com 300 filmes, 40.000 músicas, mais de 3.000 livros e mil obras artísticas, além de um glossário de alimentos e ingredientes composto por 450 verbetes.
No segmento literário, a plataforma relança “Letras que Flutuam”, de Fernanda Martins. O livro é uma homenagem à tradição dos mestres abridores de letras de barcos do Pará, que fazem da palavra e da cor uma forma de resistência poética. O livro terá vendas online exclusivamente na SOMMOS AMAZÔNIA até 20 de novembro, antes de chegar às lojas virtuais da Martins Fontes e Amazon. Todos que comprarem o livro pela plataforma ainda levam um cupom que dá direito a 30 dias grátis para navegar pelo catálogo musical e audiovisual da SOMMOS AMAZÔNIA!
No audiovisual, a plataforma oferece as coleções “SOMMOS COP 30” – com conteúdos digitais sobre clima, cultura, território e os modos de existir na Amazônia; – e “Audiovisual Indígena: da Amazônia para o Mundo”, com até dois mil minutos de filmes legendados em inglês, ampliando o alcance global das narrativas indígenas internacionalmente.
Reunindo realizadores indígenas, quilombolas, artistas, pesquisadores e ativistas, a SOMMOS AMAZÔNIA convida o público a compreender a região como centro vivo das discussões sobre o futuro do planeta, a partir do seu acervo, que reúne também música, literatura, artes visuais e gastronomia.
— Mais do que uma vitrine de obras, a coleção COP30 é uma convocação. A Amazônia é o coração do planeta, e suas histórias precisam ser contadas a partir de quem vive e cuida desse território — afirma Alexandre Agra, diretor presidente da SOMMOS AMAZÔNIA e vice-presidente do Instituto de Cultura e Meio Ambiente, responsável pela legendagem dos conteúdos para a língua inglesa.
A coleção “SOMMOS COP 30” se divide em quatro eixos temáticos que traduzem a pluralidade da floresta e seus desafios contemporâneos. São eles: Guardiões do Futuro, A Lei da Floresta, COP é Cultura e Amazônia em disputa.
No primeiro, a curadoria destaca o protagonismo dos povos indígenas e comunidades tradicionais por meio de obras como “Mensageiras da Amazônia”, “Cacique Raoni” e “Para onde foram as Andorinhas”. Em A Lei da Floresta, o foco está no conhecimento e nos saberes tradicionais, como caminhos para a bioeconomia e a regeneração. Nele, se destacam filmes como “Marias da Castanha” e “Rios Voadores”. O eixo COP é Cultura celebra a arte e a comunicação como ferramentas de transformação climática em obras como “Amazônia Groove”, “Clube da Guitarrada” e “Olhares do Norte”. Por fim, Amazônia em Disputa revela as tensões entre desenvolvimento e preservação; entre os filmes estão “Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos” e “Belo Monte, o anúncio de uma guerra”.
A SOMMOS AMAZÔNIA também se destaca na vertical que reúne obras literárias da região e conta com todos os livros publicados de Milton Hatoum, primeiro amazonense a fazer parte da Academia Brasileira de Letras. Estão lá obras como “Dois irmãos”, “Cinzas do Norte” e “Relato de um certo Oriente”. O catálogo oferece também “Memórias do Cacique”, de Raoni, “A vida não é útil”, de Ailton Krenak e “O sentido das águas”, de Drauzio Varella; e “Mãe da mata”, de Maickson Serrão e muito mais. Estas e mais 3.000 publicações integram um acervo literário especializado na Amazônia, que pode ser adquirido no marketplace da SOMMOS AMAZÔNIA, com distribuição física pela Livraria Martins Fontes.
Também é possível conhecer mais sobre as raízes musicais da região na SOMMOS AMAZÔNIA através do trabalho de artistas como Jerry Santos, Nilson Chaves, Lia Sophia, Osea e todo o catálogo dos bois bumbás Garantido e Caprichoso.
O acesso à SOMMOS AMAZÔNIA pode ser feito através de uma assinatura fixa, no valor de R$ 9,90 mensais, através do link www.sommosamazonia.art.br.




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