Os moradores do Humaitá ganharam um round contra o empreendimento HUM, projetado para o terreno do antigo Colégio Padre Antonio Vieira. Há três anos, eles se mobilizam para alertar sobre os impactos negativos da construção no bairro e o que consideram excessos cometidos no projeto.
Em abril, o MPRJ ajuizou ação para paralisar imediatamente o empreendimento.Na ação civil pública, o órgão questiona o licenciamento concedido pela Prefeitura e cita ilegalidades urbanísticas graves. Entre os pontos levantados está o tamanho de um dos blocos do condomínio, com 96 metros de extensão — mais que o dobro do limite legal de 40 metros. O Ministério Público também destaca o impacto sobre a Casa Amarela, casarão do século XIX protegido, que teria sua visibilidade bloqueada e acesso público comprometido.




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