O Jardim Botânico do Rio de Janeiro comemorou seus 218 anos no último dia 13 de junho com uma novidade para quem visita o parque. A partir de agora, crianças e adultos podem adquirir um passaporte inspirado no universo das viagens e transformar o passeio pelo arboreto em uma experiência interativa, explorando sua biodiversidade, história, ciência e cultura.
Durante a solenidade no Centro de Visitantes, Marcia Faraco, diretora de Conhecimento, Ambiente e Tecnologia e chefe do Serviço do Centro de Visitantes, e Eliezer de Sousa Nunes, diretor de Gestão, entregaram os primeiros exemplares aos servidores Rosana Medeiros e Raul Ribeiro, responsáveis, respectivamente, pela Biblioteca Barbosa Rodrigues e pelo Acervo e Memória do JBRJ.

Rosane Medeiros e Raul Ribeiro receberam os primeiros passaportes do JBRJ, entregues por Marcia Faraco e Eliezer Nunes
Disponível por R$ 15 na loja da Associação de Amigos do Jardim Botânico, o passaporte propõe uma jornada por 11 espaços do arboreto e três pontos do corredor cultural. Ao longo do percurso, os visitantes coletam carimbos, acessam conteúdos extras por meio de QR Codes e registram uma foto para completar a missão. Ao final, recebem um pin colecionável exclusivo, inspirado na Aleia das Palmeiras Imperiais. A compra é opcional, com versões disponíveis em português, inglês e espanhol.
A iniciativa é dividida em três etapas: “Descobridor do Jardim”, lançada no aniversário da instituição; “Desbravador de Trilhas”, prevista para julho e agosto, com recompensas relacionadas às florações sazonais; e “Lenda do Arboreto”, que estreia em agosto e premiará os participantes mais assíduos com brindes especiais, como um quebra-cabeça em 3D e uma visita guiada em carro elétrico com especialistas.
Segundo Marcia Faraco, a proposta é ampliar a experiência dos visitantes de forma lúdica e educativa.
— Somos muito mais do que um jardim. Por trás de cada espécie botânica existe um amplo trabalho de pesquisa, conservação e produção de conhecimento científico. Criamos o passaporte para qualificar a visitação e valorizar nossos recursos naturais — afirma.



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